Bayonetta é essencialmente um Devil May Cry, sem o bonitão de casaco vermelho Dante. Apesar de a protagonista ser uma mulher, o tom e a mecânica devem ser extremamente familiares para os aficionados da série, especialmente DMC3. Mas vamos deixar uma coisa bem clara: esses não são games para qualquer um. Detesta ver a tela de “Game Over” em DMC4 ou na série God of War? Desista! Para obter o máximo do estilo hack n’ slash de Bayonetta, é preciso considerar o desafio parte do apelo.
Aprender os combos não é necessariamente imprescindível. O importante é ter ritmo, desviar de ataques inimigos e saber que dosar os seus ataques, ao invés de esmagar os botões, pode resultar em danos maiores.
O jogo recompensa os contra-ataques pelo sistema “Witch Time”. Ao desviar do ataque com o gatilho direito, os inimigos se moverão em câmera lenta.
Para entender como o game funciona exatamente, será preciso jogar cada fase com atenção aos detalhes e com dedicação; depois, volte e faça um speedrun detonando tudo. Esta é a dinâmica aqui. Não é para um novato ou um casual.
A direção visual de Bayonetta, imaginamos, não vai agradar a todos – embora já tenham sido vendidas 250 mil cópias no Japão. Estrelando uma mulher cuja roupa é feita de seu próprio cabelo, o game é um pouco... digamos, deliberadamente extravagante no modo como ela é apresentada fisicamente. Com peitos e coxas agressivamente grandes, ela é claramente apresentada como uma mulher-objeto, mas não de um jeito sério.
Quando ela executa algum dos movimentos mais complexos – você deve ter lido isso em previews de edições passadas da X360, mas vamos relembrá-lo – chamados Torture Attacks, seus cabelos se desprendem de seu corpo, tomando a forma de um grande objeto e deixando mais um segmento de seus peitos visíveis a olho nu. Imaginemos que você não é um menino de 15 anos: isso parece demais para você? Aqueles que se ofendem facilmente podem sentir uma repulsa pelas constantes exibições de sexualidade da protagonista; contanto que você tenha ciência de que isso é intencional e não mera apelação, não é algo que mereça objeção.
Yanyys
Aprender os combos não é necessariamente imprescindível. O importante é ter ritmo, desviar de ataques inimigos e saber que dosar os seus ataques, ao invés de esmagar os botões, pode resultar em danos maiores.
O jogo recompensa os contra-ataques pelo sistema “Witch Time”. Ao desviar do ataque com o gatilho direito, os inimigos se moverão em câmera lenta.
Para entender como o game funciona exatamente, será preciso jogar cada fase com atenção aos detalhes e com dedicação; depois, volte e faça um speedrun detonando tudo. Esta é a dinâmica aqui. Não é para um novato ou um casual.
A direção visual de Bayonetta, imaginamos, não vai agradar a todos – embora já tenham sido vendidas 250 mil cópias no Japão. Estrelando uma mulher cuja roupa é feita de seu próprio cabelo, o game é um pouco... digamos, deliberadamente extravagante no modo como ela é apresentada fisicamente. Com peitos e coxas agressivamente grandes, ela é claramente apresentada como uma mulher-objeto, mas não de um jeito sério.
Quando ela executa algum dos movimentos mais complexos – você deve ter lido isso em previews de edições passadas da X360, mas vamos relembrá-lo – chamados Torture Attacks, seus cabelos se desprendem de seu corpo, tomando a forma de um grande objeto e deixando mais um segmento de seus peitos visíveis a olho nu. Imaginemos que você não é um menino de 15 anos: isso parece demais para você? Aqueles que se ofendem facilmente podem sentir uma repulsa pelas constantes exibições de sexualidade da protagonista; contanto que você tenha ciência de que isso é intencional e não mera apelação, não é algo que mereça objeção.
Yanyys

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