quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Gamer da semana (new)

Bem , essa é uma postagem nova chamada Gamer da semana, toda semana postarei imagens estraordinarias de pessoas viciadas, muito loucas, por games.

Yanyys

Review Bayonetta


Bayonetta é essencialmente um Devil May Cry, sem o bonitão de casaco vermelho Dante. Apesar de a protagonista ser uma mulher, o tom e a mecânica devem ser extremamente familiares para os aficionados da série, especialmente DMC3. Mas vamos deixar uma coisa bem clara: esses não são games para qualquer um. Detesta ver a tela de “Game Over” em DMC4 ou na série God of War? Desista! Para obter o máximo do estilo hack n’ slash de Bayonetta, é preciso considerar o desafio parte do apelo.
Aprender os combos não é necessariamente imprescindível. O importante é ter ritmo, desviar de ataques inimigos e saber que dosar os seus ataques, ao invés de esmagar os botões, pode resultar em danos maiores.

O jogo recompensa os contra-ataques pelo sistema “Witch Time”. Ao desviar do ataque com o gatilho direito, os inimigos se moverão em câmera lenta.
Para entender como o game funciona exatamente, será preciso jogar cada fase com atenção aos detalhes e com dedicação; depois, volte e faça um speedrun detonando tudo. Esta é a dinâmica aqui. Não é para um novato ou um casual.

A direção visual de Bayonetta, imaginamos, não vai agradar a todos – embora já tenham sido vendidas 250 mil cópias no Japão. Estrelando uma mulher cuja roupa é feita de seu próprio cabelo, o game é um pouco... digamos, deliberadamente extravagante no modo como ela é apresentada fisicamente. Com peitos e coxas agressivamente grandes, ela é claramente apresentada como uma mulher-objeto, mas não de um jeito sério.

Quando ela executa algum dos movimentos mais complexos – você deve ter lido isso em previews de edições passadas da X360, mas vamos relembrá-lo – chamados Torture Attacks, seus cabelos se desprendem de seu corpo, tomando a forma de um grande objeto e deixando mais um segmento de seus peitos visíveis a olho nu. Imaginemos que você não é um menino de 15 anos: isso parece demais para você? Aqueles que se ofendem facilmente podem sentir uma repulsa pelas constantes exibições de sexualidade da protagonista; contanto que você tenha ciência de que isso é intencional e não mera apelação, não é algo que mereça objeção.


Yanyys

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Review Call of Duty Black Ops



O novo Call of Duty está sendo desenvolvido pela Treyarch, a mesma responsável por World at War. Desta vez, o jogador viverá vários momentos da Guerra Fria, passando por países como Vietnam, Cuba e Rússia. A promessa é uma campanha intensa e encharcada pela brutalidade da guerra.
Quem já conhece a franquia provavelmente notará várias semelhanças, principalmente em relação a Modern Warfare. Assim como no game que retrata conflitos modernos, Black Ops trará missões em que o jogador deve controlar a câmera de uma aeronave e dar ordens aos soldados que lutam no campo de batalha. Além disso, o título contará com várias armas novas, incluindo até mesmo um poderoso arco e flecha.
Black Ops conta também com um modo multiplayer cooperativo para até quatro pessoas. Desta vez, contudo, não se trata de simples missões isoladas da campanha. Em vez disso, os parceiros participarão da campanha integral do título.
Yanyys
Obs: Não tem muita coisa sobre o novo Call of duty na internet ,prometo que quando sair coisasa mais detalhadas postarei no site.

Review Call of duty Modern Warfare 2


Com o estrondoso sucesso de Call of Duty 4: Modern Warfare, era de se esperar que uma continuação estivesse nos planos da Infinity Ward. O que não se esperava era que, após trailers e propagandas, Modern Warfare 2 fosse se tornar um fenômeno cultural e de vendas, com mais de 5 milhões de cópias vendidas no dia do lançamento. Como fã da série, estava preocupado com o hype absurdo em torno do título. Mas, felizmente, o jogo corresponde às expectativas.
A história acontece cinco anos depois de Modern Warfare. Imran Zakhaev, vilão do game anterior, é considerado um herói e mártir pelos russos. Vladimir Makarov, um dos tenentes de Zakhaev, inicia então uma série de ataques terroristas ao redor do mundo. A guerra começa no Afeganistão e passa por outros países como Estados Unidos, Brasil e Rússia. Alguns personagens estão de volta, como Soap Roach, e novos são apresentados. Na pele destes soldados da Task Force 141, você deve impedir os ataques terroristas a todo custo.
A Infitiny Ward fez um bom trabalho com a história desta sequência. Porém, sob muita pressão para superar a qualidade de Modern Warfare. Por um lado isso é bom, pois o jogo apresenta muitos momentos cinematográficos e de pura tensão. Acontece que, à primeira vista, a história é tão confusa que você só entenderá tudo ao final do game, depois de todas as reviravoltas. Se isso é proposital ou não, confundirá o jogador de qualquer jeito.
Seguindo a boa fórmula, a estrutura das fases permanece em três atos passando por momentos e lugares diferentes. As fases no Rio de Janeiro são duas: Takedown (Ato 1) e The Hornet’s Nest (Ato 2). Claro que é super divertido ver o nosso país representado no jogo, mas tenho que admitir que estas fases são insignificantes para a trama. O objetivo é caçar um traficante de armas chamado Alejandro Rojas (?) e interrogá-lo. A favela é muito bem representada, com casas típicas de tijolos expostos, lixo espalhado, esgotos a céu aberto e muita pobreza. Melhor ainda é ouvir os traficantes falando em português perfeito, sem sotaque (exceto pelo seu companheiro de missão, que é gringo). Só é estranho não ouvirmos sotaque carioca ou mesmo palavrões… Mas acho que aí é pedir demais. Minha única crítica fica quanto à aparência dos traficantes: eles usam óculos Rayban, boina, e vestem roupas nada típicas brasileiras. Lembra muito a milícia africana de Far Cry 2, por exemplo. Mas a experiência é satisfatória, o Cristo Redentor está lá, e ainda temos os cenários brasileiros no modo multiplayer. Não tem do que reclamar.
No quesito ação, o game entretém do começo ao fim. Mas também sufoca o jogador em certas missões, em que não há pausas entre os ataques e os inimigos não param de surgir. Já as missões com foco na estratégia e infiltração são simplesmente perfeitas, com ação na dosagem certa. Entre as novidades estão os momentos em que você explode uma porta ou parede e atira em um número determinado de alvos em câmera lenta. Geralmente são inimigos com reféns, obrigando você a atirar com cuidado e precisão. Em outras partes, temos perseguições de jipe, bote e até de snowmobile.
As armas de Modern Warfare 2 são numerosas e todas baseadas em modelos reais utilizados pelo exército norte-americano, com direito à GPS e outros periféricos modernos como sensor de batimento cardíaco. Você pode até mesmo usar um escudo, em algumas fases. A jogabilidade continua impecável, com comandos fáceis e extremamente precisos, assim como no game anterior.
Terminado o modo de campanha, que dura entre 6 a 8 horas, temos o Special Ops. Trata-se de um modo co-op para dois jogadores em tela dividida ou online. São missões baseadas em trechos das fases do modo de campanha. Elas consistem em vários objetivos: eliminar um determinado número de inimigos, chegar vivo ao ponto de extração, desativar bombas, corrida contra o tempo, etc. As missões são divididas em cinco grupos, sendo que cada missão pode ser completada em três níveis de dificuldade: Regular (1 estrela), Hardened (2 estrelas) e Veteran (3 estrelas). Quanto mais estrelas acumular, mais rápido são destravados os extras. Jogando sozinho e na dificuldade Veterain, é praticamente impossível completar todas as missões. Portanto, procure por um amigo bom de mira para ajudá-lo.
Agora chegamos à melhor parte: o modo Multiplayer. Seguindo os moldes do game anterior, você evolui conforme adquire pontos de experiência durante as partidas online, habilitando novas armas, acessórios, equipamentos, títulos, emblemas, Perks(habilidades) e Death Streaks. Os novos Perks são muito bem vindos, como usar dois acessórios nas armas primárias e secundárias (visor, lança-granadas, silenciador, etc), ficar indetectável pelo UAV e outros tipos de radares, recarregar a arma mais rápido, e por aí vai. Ao criar uma classe, você pode escolher três tipos de Perks, além de um equipamento (um tipo de bomba, faca para arremessar, armadura, etc) e um Death Streak.


Yanyys

Review Call of Duty 4 Modern Warfare

Call of Duty 4: Modern Warfare é um jogo de tiro em primeira pessoa, que se passa em tempos modernos. Ao contrário de toda a franquia, o jogo não retrata os campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, mas, principalmente, cenários da Rússia e do Oriente Médio, nos quais o jogador assumindo o papel de militares da Força Especial britância SAS e da Force Recon, as Forças Especiais da Marinha dos EUA.

Apesar do fundo histórico ser outro, Modern Warfare mantém o mesmo ritmo de ação acelerado que consagrou a franquia, colocando o jogador em missões, em que se controla as armas do avião de ataque AC-130, e os helicópteros Blackhawk e H1 Super Cobra, além dos mais variados veículos terrestres de guerra. Como o jogo se passa em novo cenário, os fãs da franquia dispõem de um arsenal moderno, entre os quais se destacam lança-granadas, sub-metralhadoras, mísseis guiados, rifles de assalto e pistolas automáticas.

O modo multiplayer das versões para o PC, Xbox 360 e PS3, chega com um sistema inovador, no qual o jogador pode criar classes de soldados e acumular pontos de experiência ao matar os inimigos e completar objetivos de desafios. Na versão para o DS, pode haver quatro jogadores em conexão local, sem suporte para o Wi-Fi.

Call of Duty 4: Modern Warfare se destaca como um dos shooters mais esperados da nova geração, apresentando gráficos que levam ao máximo as capacidades de hardware de cada console, com cenários e modelos de personagens realistas e uma jogabilidade fluida, principalmente, nos momentos de maior ação.





Yanyys

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Review Metal Gear Solid 4

Soberbo! Maravilhoso! Perfeito! Inesquecível! Estupendo! Mágico! Emocionante! Arrasador! Fantástico!

Estes poderiam ser alguns adjetivos sobre o que vem sendo chamada de a obra-prima de Hideo Kojima, Metal Gear Solid 4. E devo concordar, que Kojima atingiu um nível com este game, que talvez jamais seja atingido por nenhum outro game, mesmo nas plataformas futuras, portanto, sim, essa é a obra-prima e definitiva que conta a última missão do soldado lendário Solid Snake, e esses poucos adjetivos não refletem tudo que o jogo proporciona. Só pra ter uma idéia, na semana de lançamento do game, o console da Sony foi o mais vendido no Japão, saltando das 10.000 unidades para 75.000 unidades.

Cada versão do game lançada, Solid Snake adquiria mais e mais fãs. E isto é outro ponto forte da franquia. Não só Snake, mas todos os personagens criados por Kojima contam com um carisma inigualável, sejam os considerados mocinhos ou vilões. Ninguém aqui luta porque o chefão matou o pai ou mãe ou porque quer ser o melhor lutador do mundo. Todos os personagens têm a sua própria motivação, muitas vezes bem complexa, nos levando a simpatizar com praticamente todos.

Sim, Snake sai de cena neste game, lutando como sempre fez: lutando pelo que acreditava, mas isso não quer dizer que a saga Metal Gear esteja encerrada, apenas um velho e cansado soldado se aposenta num dos momentos mais emocionantes do mundo dos games.

Pra quem não acompanhou a saga ao longo do tempo, vamos fazer um "breve" resumo sobre a história, ou seja, o ponto forte da franquia. A cronologia é um pouco bagunçada, mas se encaixa perfeitamente, tudo começa com Metal Gear Solid 3, lançado em 2006, que se passa durante a guerra fria, o protagonista é Snake, mas não Solid Snake e sim, Naked Snake, soldado altamente treinado por Boss em sua primeira missão que visa resgatar um engenheiro nas fronteiras da Russia. Snake tem sucesso em encontrar o engenheiro, e tem seu primeiro contato com Ocelot (ainda muito jovem) e com Eva, na fuga Snake acaba abordado pelo general Volgin e por Boss e tem o primeiro contato com um Metal Gear (um tanque de guerra bípede, capaz de lançar armas nucleares), e para surpresa do herói é rapidamente abatido pela sua ex-tutora, sendo jogado de uma ponte, o engenheiro é recapturado. Snake ferido e confuso é resgatado, e levado devolta aos E.U.A.. Novamente Naked Snake é enviado para uma nova missão, desta vez destruir Metal Gear e assassinar Boss. Após muitas reviravoltas, Snake perde um olho numa luta com Volgin e passa a utilizar um tapa olho, consegue destruir Metal Gear, tem seu confronto com Boss, e recupera um arquivo com os dados dos Patriots, e num dos finais mais tristes já visto, chora sob a lápide de sua mestra, e começa a repensar sobre os acontecimentos envolvendo as batalhas. A frase de Boss fica em sua mente para sempre: "O perdedor deixa o campo de batalha e pode finalmente ficar em paz, ao vencedor resta apenas continuar lutando".

O jogo seguinte na cronologia histórica, é Metal Gear, lançado em 1988, para MSX, desta vez o soldado Solid Snake, membro do grupo de forças especiais FOXHOUND, é enviado a Outer Heaven, pequeno país localizado a note de Salzburg, para se infiltrar em uma fortaleza militar erguida por um antigo mercenário heróico e louco, e para investigar o desaparecimento do primeiro soldado enviado a fortaleza, Grey Fox, que havia conseguido enviar apenas uma mensagem dizendo: "Metal Gear". Snake tem sucesso na infiltração e encontra Grey Fox que revela Metal Gear como um tanque militar capaz de portar uma pesada artilharia nuclear. Snake salva o engenheiro criador de Metal Gear, e assim, consegue descobrir as fraquezas para destruir o tanque de guerra. No final, Snake encara Big Boss, seu comandante na FOXHOUND, e pasmem, nosso antigo Naked Snake de MGS3. A batalha é feroz e Solid Snake consegue destruir a máquina de batalha, deixando Big Boss para trás agonizando...

O sucesso não parou por aí, e Metal Gear 2: Solid Snake foi lançado no ano seguinte, para MSX2. Desta vez a história se passa no ano de 1999. Uma nova substância, chamada Olix, usada pra processar óleo cru foi desenvolvida e obtida por um novo estado, intitulado Zanzibar, de exército independente que declara a supremacia política contra o mundo. Snake é chamado novamente, desta vez por Roy Campbell, novo chefe da FOXHOUND, para se infiltrar em Zanzibar e resgatar Dr. Kio Marv e recuperar a fórmula do Olix. Snake novamente tem sucesso na infiltração e acaba descobrindo a existência de outro Metal Gear. Sabendo do poder da máquina Snake passa a ter como objetivo principal destruir tal artefato. No avanço de sua missão, Snake reencontra Grey Fox, que se rebelou e passou a liderar as forças de Zanzibar. Snake destrói o novo Metal Gear, derrota Grey Fox, e novamente se depara com Big Boss, que comandou e manipulou Snake em toda a operação. Snake luta novamente com o ex-herói, derrotando-o e ouvindo de Big Boss, uma das frases imortalizadas da saga: "O perdedor deixa o campo de batalha e pode finalmente ficar em paz, ao vencedor resta apenas continuar lutando". Snake parte de Zanzibar que explode, levando para sempre os vestígios de seus ex-companheiros. Snake decide se aposentar, abandonando a FOXHOUND e desaparecendo entre os campos gélidos do Alaska para viver em paz.

O problema é que alguns anos depois, em Metal Gear Solid, lançado para Playstation, Snake é localizado pela FOXHOUND, e seu antigo chefe Roy Campbell, solicita novamente os serviços de Snake, para realizar uma missão no Alaska. Desta vez o objetivo e investigar um grupo terrorista formado por ex-membros da FOXHOUND, que assumiram o controle da base militar Shadow Moses que esconde muitos segredos. Após a bem-sucedida infiltração por meio das águas geladas do Alaska, Snake resgata o presidente da ARMS TECH, após batalha com o já velho Revolver Ocelot, que perde uma mão para um ninja misterioso, e fica sabendo de um novo Metal Gear, codinome Rex, como não podia deixar de ser Snake passa a ter um novo objetivo. Snake é manipulado o tempo todo por Liquid Snake, disfarçado de Master Miller, cujo objetivo é ativar o Metal Gear. Snake descobre com o engenheiro chefe do projeto Otacon, como desativar a arma de guerra, mas o processo de desativação acaba por ativar Rex, uma batalha violenta ocorre nos subterrâneos da base e Snake consegue destruir Metal Gear com a ajuda do ninja, cuja identidade é Grey Fox. No processo, Grey Fox é morto e Snake lamenta a morto do ex-companheiro. Durante a explosão de Metal Gear, Snake é lançado contra uma parede e cai desacordado. Quando recobra a consciência, Snake se depara com Liquid ainda vivo, que revela ao herói o plano "Les Infant Terribles", um projeto em que as células de Big Boss, morto em Zanzibar foram utilizadas para criar clones do que foi considerado o soldado perfeito. Para surpresa de Snake, ele e Liquid são esses clones. Após isso, Solid e Liquid se encaram numa batalha no topo do Metal Gear Rex, Snake vence, resgata Meryl e começa a fugir da base. Incrivelmente Liquid sobrevive e passa a perseguir Meryl e Snake. Após uma batida dos jipes, Snake fica em má posição, e quando Liquid iria acabar com o herói, ele é afetado pelo vírus FOX DIE e sucumbe. Snake cumpre mais uma vez sua missão e parte com Meryl em um snow mobil pelas planícies do Alaska.

Um ano se passou deste o incidente em Shadow Moses, e agora em Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty, lançado para Playstation 2 e PC, Snake trabalha como mercenário juntamente com Otacon, destruindo Metal Gears ao redor do planeta. Desta vez algumas pistas o levam até um navio militar em Nova York, em uma noite chuvosa. Snake acaba recuperando algumas informações sobre o novo Metal Gear, codinome Ray, entre essas informações a de que esta máquina possui características anfíbias, além das já conhecidas capacidades nucleares. No final deste primeiro momento, Ocelot rouba o Metal Gear destruindo o navio, não antes da personalidade de Liquid se revelar em Ocelot, através do braço transplantando de Liquid em Ocelot. Snake é dado como morto. Algum tempo se passa e Roy Campbell, líder da FOXHOUND envia um novo soldado intitulado Snake, mas que tem seu nome trocado para Rayden, para investigar a plataforma Big Shell, erguida para corrigir o impacto ambiental causado pelo óleo vazado do navio afundado no incidente com o Metal Gear, e que foi tomada por um grupo terrorista formada por ex-membros da Dead Cell. Rayden acaba por presenciar a morte do presidente norte-americano, e tem contato com um soldado muito hábil intitulado Plisken. Na batalha final Rayden descobre que estava sendo manipulado pelos Patriots, através de um programa de inteligência artificial que reproduzia a personalidade de Roy Campbell, acaba por enfrentar diversos Metal Gears Ray descobrindo que o verdadeiro Metal Gear é o próprio Big Shell, os Ray serviam apenas como protetores da base. Plisken revela ser na verdade, Solid Snake, e enquanto Rayden batalha com Solidus Snake, mais um clone de Big Boss, Snake pula atrás do Metal Gear Ray pilotado por Ocelot, mas praticamente sob o domínio mental de Liquid. No final, meio deixando um gostinho de quero mais, Rayden vence Solidus e Snake consegue colocar um rastreador no Metal Gear fugitivo.

Ufa! E chegamos ao ponto onde Metal Gear Solid 4 inicia. O título lançado no Playstation 3 prometeu, e cumpriu, amarrar as pontas soltas criadas em toda a saga, sendo um marco fantástico para a indústria dos videogames dada o tamanho da produção e resultados obtidos. Tudo é exorbitantemente detalhado, cada ponto do enredo, da parte gráfica e sonora que podemos dizer que o game é perfeito, sem erros.

É sempre complicado falar da história de um game sem revelar alguma surpresa, por isso apenas o básico. Assim como que ocorre com tudo que é clonado, após os eventos do segundo Metal Gear, os genes de Snake começam a se comportar de maneira acelerada, causando o envelhecimento precoce do herói. Mesmo com esse problema em seu organismo, ele é novamente convocado por Campbell para uma nova missão suicida, desta vez no oriente médio. O objetivo da missão é bem simples, acabar de uma vez por todas com seu velho rival Liquid Snake, agora Liquid Ocelot. Já na chegada o clima é quente, Snake está bem no meio de uma guerra civil entre os exércitos comandados por Liquid e um grupo de resistência local. A partir daqui, a história segue como em todas as outras versões, reviravoltas e revelações que pipocam para todos os lados.

A jogabilidade de MGS4 continua como a das versões anteriores com algumas pequenas mudanças, não sendo difícil se adaptar, os menus laterais acionados com os botões L e R, para equipar armas e equipamentos continuam lá, bem como a eficaz maneira de se agachar e rastejar, um botão pra executar as ações, outro pra chamar os contatos via comunicador, no mesmo esquema das freqüências de rádio já clássicas, além de alguns comandos básicos como a luta corporal militar (CQC), apresentada em MGS3, a possibilidade de revistar o corpo de adversários abatidos, e de usar as camuflagens com o novo traje desenvolvido por Otacon, o OctaCamo. E é exatamente no novo traje que estão concentradas as maiores inovações, tornando o jogo totalmente diferente dos anteriores. A OctoCamo provê força e agilidade para Snake, mas também fornece ao soldado a camuflagem que for necessária. Para mudar de camuflagem nesta versão nada de ficar abrindo menus e mais menus, que causava uma queda na ação em MGS3, mas sim basta que se deite com o personagem no chão ou que se encoste a alguma parede ou objeto, pressionando o botão triângulo para que o traje adquira automaticamente aquela textura. O medidor que mostra o nível de camuflagem também continua presente no canto superior direito da tela. Também se mantém a possibilidade de optar por diferentes camuflagens manualmente, para equipar camuflagens adquiridas durante o decorrer do games e nas batalhas contra os chefes.

A outra novidade fica por conta do SolidEye, novo recurso de reconhecimento de campo em tempo real desenvolvido com o objetivo de melhorar a vida de nosso espião e não como alguns desinformados andaram falando por aí que era o novo tapa olho de Snake, o olho do herói continua lá. Esse equipamento permite que o jogador tenha acesso em tempo real a informações sobre tudo o que o cerca, como a localização dos inimigos, uma pequena descrição sobre cada coisa vista por seus olhos, de inimigos a itens escondidos, e até mesmo mede o som causado pelos movimentos de Snake e seus adversários, o que permite passar sem ser notado pelos olhos inimigos com mais precisão. Ah! E também funciona como binóculos, termal googles e infravermelhos. Um brinquedinho bem útil.

Por fim, temos a ajuda do MKII, um minúsculo Metal Gear criado por Otacon e que apareceu muitas vezes nos vídeos iniciais de MGS4, que tem a função de passar informações importantes sobre o campo de batalha para Snake, além de permitir que Otacon possa hackear computadores à distância. O robozinho, geralmente fica invisível, mas existe a possibilidade de se assumir o controle do mesmo por meio de controle remoto, permitindo paralisar os inimigos com uma pequena, mas forte descarga elétrica através de um tentáculo. Mas use esses recursos com sabedoria, porque a bateria de MKII acaba rapidinho.

Praticamente tudo presente nos cenários de MGS4 podem ser utilizados como armas, ou para se esconder, as tradicionais caixas de papelão, marca registrada da série estão presentes, há a possiblidade também de se utilziar barris para se esconder ou para rolar contra os inimigos, se você rolar dentro do barril, Snake ficará tonto e vomitará (blargh!) quando sair do barril, portanto, deixando o personagem indefeso neste instante. Sem contar a possibilidade de se fazer literalmente de estátua para enganar os adversários.

Com todos esses recursos, avançar no game sem que sua presença seja notada se tornou algo notavelmente divertido e técnico. Mesmo assim, Metal Gear não se trata apenas de ficar escondido o tempo todo, não é, e nunca foi, existem vários momentos de ação desenfreada no game, exigindo além de habilidades de camuflagem, um ótimo manejo e mira com armas de fogo. Entretanto, a maneira como se conseguem armas mudou um pouco, ainda é possível conseguir armamentos no campo de batalha e como já visto, dos corpos dos inimigos abatidos, mas existe um porém nesta questão que aqueles que tiverem a oportunidade de jogar descobrirão e é aí que entra uma espécie de negociador do mercado negro chamado Drebin, que oferece equipamento militar em troca de alguns pequenos favores. Cumprido o que "mercante" pediu, ele se oferece para ''limpar'' as armas, permitindo que o herói faça uso delas, além de logicamente vender munição, equipamentos diversos e todo um arsenal exclusivo, semelhante ao vendedor de Resident Evil 4. A diferença é que ele não estará em lugares específicos, basta acessar o menu em qualquer momento do game, e gastar os créditos na compra dos equipamentos. Para conseguir os créditos você deve pegar algum armamento deixado por um inimigo ou executar movimentos de luta com Snake.

Assim como anunciado no primeiro trailer, MGS4 carregava a seguinte frase: “No Place to Hide”. Não que realmente não haja onde se esconder, mas a inteligência artificial deste game é algo assombroso. Existem muitas variações de ações que os inimigos, e, principalmente os Metal Gears Gekko (União de tecnologia e tecidos orgânicos) podem executar, não há mais aquele caminho fixo que as unidades possuíam nas versões anteriores do game, agora cada unidade se movimenta pelo cenário como bem entender, realístico ao extremo. Experimente fazer um barulho proposital para ver a reação do inimigo, os soldados chegam a formar pequenos grupos e bloquear os possíveis caminhos aonde eles “acham” que o inimigo se encontre.

Os chefões sempre foram um show à parte na franquia. Como sempre um mais carismático e perturbado mentalmente que o outro, e lógico cada um possui sua própria estratégia para ser derrotado. Alguns são mais fáceis de descobrir a estratégia que outros, por isso fique sempre atento as dicas da história, principalmente as que se referem a personalidade de cada chefe. Será requerido até mesmo, relembrar acontecimentos das outras aventuras para poder seguir adiante. Foi de dar um calafrio na espinha quando Snake proferiu aquela outra famosa frase: “It can’t be”. Muitas emoções foram reservadas para cada desfecho de lutas contra os chefes.

Com tudo isto, este filme ... quer dizer game de Metal Gear, é esplendoroso, as cenas que relatam a história podem chegar a ultrapassar 30 minutos de duração, e aí é outro ponto destaque do game, a jogabilidade tem uma duração menor do que as custcenes. Nada mais que justo, já que o foco de um Metal Gear sempre foi o enredo mirabolantemente delicioso, deixando qualquer produtor de Hollywood se mordendo de inveja. Outro ponto legar, é que aquele equipamento que Snake estiver usando quando entrar na cena, será mantido durante todo o tempo de duração da cena, provando que o jogo é realmente totalmente desenvolvido em tempo real, o que entrega que o desenvolvimento do game foi dirigido ao hardware puro. Calma, você pode cortar as custcenes com o botão de pause, com exceção das transmissões via codec. Mas se for pra jogar MGS4 sem curtir a história, nem se dê ao luxo de jogar. O velho recurso de se utilizar o L1 para mudar a câmera para outra visão se mantém presente aqui. Um novo ponto nesta mesma linha é que em alguns casos será necessário pressionar o botão X para que pequenas imagens sejam mostradas durante os diálogos revelando alguns segredos interessantes. Pra resumir o jogo tem cerca de 15 a 20 horas de jogo, incluindo as custcenes e o desfecho final é surpreendente.

Agora chegamos a um ponto que não tem volta, os gráficos do game. É impossível definir o grau atingido por Hideo e sua equipe neste aspecto, falando tanto tecnicamente quanto artisticamente. Sem dúvida não existe nenhum game lançado até hoje que seja tão detalhado e vislumbrante. Kojima até havia dito que o disco Blu-Ray de camada dupla ia ser pouco e muita gente o criticou, mas ao jogar você realmente notará o por quê dele ter proferido tais palavras. As texturas presentes no game são em alta definição riquíssimas em detalhes e por isso pesadíssimas. As áreas e cenários são muito amplos, deixando você com aquela sensação de “Meu Deus, não chego nunca”. As mulheres então foram realmente caprichadas nos detalhes, Meryl está linda e Mei Ling então, arrasa qualquer coração. Os chefes são incrivelmente detalhados em cada movimento e em cada parte de seus designes gráficos. Sem contar o momento de se assistir a Metal Gear, um verdadeiro filmasso. Você pode curtir a sensacional luta entre Rayden e Vamp com uma pipoquinha se quiser. Tudo em tempo real. Se você já for um possuidor de uma televisão de alta definição então, verá o que há de mais belo mo mundo dos games da época atual. É impossível dizer que Kojima, e ele realmente já disse isso uma vez em uma entrevista, não sonha em ser produtor de cinema. Tudo é levado pra um ambiente cinematográfico, desde a iluminação incrível, até o sistema de partículas como fogo, água e explosões. As tomada de câmera são exuberantes.

Claro que tudo isso, tem um contra, as instalações no disco rígido. A primeira demora cerca de 10 minutos (pouco você diria? Então imagine você com o game em mãos, sedento pra ver o resultado e ter que aguardar esses 10 minutos) e depois de cada capítulo concluído, é necessária fazer uma noiva instalação que leva de 1 a 3 minutos. Isso, às vezes, pode quebrar aquela sensação de quero mais que o jogo proporciona e em caso de você querer retornar em alguns pontos por onde já passou, talvez uma nova instalação seja necessária.

Agora, o som. Como sempre desde a primeira versão lançada para Playstation, os efeitos sonoros são excelentes e foram mixados pela Skywalker Sound, aquela que usa a tecnologia THX criada pela LucasArts, conhece?!? Pra resumir tudo é muito real, perfeitamente arranjado e mixado. O ponto forte é a dublagem, todos os dubladores da saga estão presentes novamente, e David Hayter dá um show de interpretação ao nosso envelhecido herói. A ambientalização sonora é perfeita, cada pequeno detalhe foi pensado, e as músicas como sempre são mais um ponto de destaque. Foram feitas canções específicas para o game e o tema clássico foi novamente mixado. Os diálogos são realmente algo de cinema, e a equipe de dublagem americana foi perfeita, aliás, esse é um dos poucos games que a dublagem americana ganha da japonesa. As piadinhas são de arrancar risos, principalmente as entre Snake e Otacon e Snake e Meryl.

Pra finalizar, eu poderia continuar relatando aqui as experiências, mas palavras faltam para definir a magnitude alcançada pela Konami, Kojima e sua equipe com esse blockbuster dos games. Tudo é muito perfeito, e Metal Gear Solid 4: Guns of The Patriots não será esquecido tão cedo, e talvez jamais venha a ser esquecido pelos fãs da série e até mesmo por quem ainda não conhece a saga do maior soldado do mundo Solid Snake. Arrisco a dizer que talvez não seja lançado game na atual geração de consoles que supere a qualidade e diversão atingidas por este título. Snake sai de cena, e será lembrado por um horda de fãs espelhados pelo globo, e a história foi desmembrada em seus íntimos detalhes, encerrando um ciclo de sucesso, algo que muito game fica devendo por aí, graças a todas as cenas presentes no game.

Fonte: Orion Games

Review Red Dead Redemption Undead Nightmare

Undead Nightmare conta uma história fantasiosa no mundo de Red Dead Redemption. Pense nos episódios de halloween dos Simpsons e entenderá a natureza da trama. Os acontecimentos dessa expansão tratam de uma estranha praga que traz os mortos de volta à vida. Abigail Jack, esposa e filho de John Marston, são mordidos por zumbis e acabam integrando a legião dos mortos-vivos. Cabe então ao protagonista partir em viagem, na esperança de encontrar uma cura.
Com toda sinceridade, creio que de alguns anos para cá zumbis começaram a ficar batidos. A quantidade de filmes, quadrinhos e jogos que estrelam as criaturas aumentou exponencialmente, sem conseguirem adicionar algo de muito interessante à ficção ou superar as obras iniciais de George Romero. Parte disso se dá pela tentativa de trazer zumbis a um plano mais destacado, quando eles não deveriam ter saído dos filmes B. Sem o caráter trash, os mortos-vivos perdem seu charme, tornando-se monstros como quaisquer outros.
Independente de concordar ou não com essa asserção, a Rockstar acertou em cheio no ponto do que, para mim, torna zumbis tão apreciáveis. Neste DLC, toda a apresentação de Red Dead Redemption remete a histórias e seriados de terror de décadas passadas, como Creepshow ou Contos da Cripta,  produções trash que misturam o horror com a comédia. No jogo, o perigo presente é real; os mortos-vivos estão, a cada dia, matando mais e mais pessoas nas cidades, e progressivamente estão se espalhando. No entanto, John e alguns dos outros personagens parecem não se importar muito com isso, tratando o fato de maneira casual. Em mais de uma ocasião o protagonista simplesmente observa enquanto algum de seus antigos conhecidos é devorado, sem esboçar nenhuma reação. As próprias vítimas, muitas vezes, veem a situação levianamente; logo no início da aventura, um sobrevivente diz que irá apenas “caminhar sozinho por uma viela aparentemente deserta e segura” para em seguida, é claro, ser comido.
Além desse ar blasé que permeia os personagens, outros toques foram dados para caracterizar a ambientação. A música, apesar de permanecer boa parte do tempo a mesma, recebeu pequenas adições de forma a ficar mais macabra. Já alguns trechos específicos, normalmente relacionados a missões da história, têm canções diferentes, com trilhas que ficam entre um surf rock e Zombina and the Skeletones, bastante boas e que combinam perfeitamente com o clima. A palheta de cores também é levemente diferente, um pouco mais alaranjada e escura, deixando tudo um pouco mais tenebroso.
Nem todos os minigames presentes na aventura principal estão no DLC. Isso porque as cidades estão quase desertas; as poucas pessoas restantes refugiam-se em telhados ou outros locais altos, fora do alcance dos zumbis. Assim, não restam mais jogadores presentes em mesas de pôquer, blackjack etc. Entretanto, boa parte das missões secundárias dão as caras, alteradas para condizerem com esta nova realidade. Os cartazes de procurados, por exemplo, são substituídos por pôsteres de desaparecidos. Através deles sabe-se o último local em que um sobrevivente foi visto, e cabe a você resgatá-lo. A ação de acabar com todos os bandidos em esconderijos de gangues, por sua vez, é deixada de lado em favor da proteção de cidades. De tempos em tempos os vilarejos são atacados; após livrá-los da presença de zumbis, eles passam a ser seguros, permitindo que você durma, salve, e o utilize como ponto de viagem rápida. No entanto, eventualmente os mortos retornarão, o que requer que você aja novamente. Os desafios também amrcam presença, pedindo, por exemplo, que você cace as versões zumbis dos animais que antes habitavam aquelas terras, ou que dome os quatro cavalos do apocalipse (cavalos mesmo, não cavaleiros).


Yanyys

Review Red Dead Redemption




O velho oeste deveria ser um gênero perfeito para os videogames. Uma terra de ninguém, conflitos que são resolvidos com tiros e a lei do gatilho mais rápido são elementos que já foram vistos em diversos outros jogos, mas sempre em ambientações diferentes. Felizmente para os apreciadores do estilo, a Rockstarsupriu esse vazio com Red Dead Redemption, o sucessor espiritual de Red Dead Revolver, um título que explora na medida certa os principais elementos que compõem a mitologia dos “farvestes”.
Se você acompanhou de alguma forma RDR desde que ele começou a ser mostrado, é bem possível que tenha encontrado diversas menções sobre como trata-se de um “Grand Theft Horse” – um GTA IV com cavalos ao invés de carros. A comparação não é incorreta e não é, de maneira alguma, negativa. O modelo de Redemption é diretamente retirado de Grand Theft Auto; um mapa vasto e aberto, pessoas que precisam constantemente de favores, atividades paralelas e dezenas de missões secundárias. Isso pode causar alguma decepção para aqueles que esperavam uma continuação direta de Red Dead Revolver. A única semelhança entre os dois jogos – além do fato de se passarem no velho oeste – está nas cicatrizes dos protagonistas, Red Harlow e John Marston.
As mecânicas podem ser em sua maioria as mesmas de GTA IV, mas isso não quer dizer que a experiência seja parecida. Primeiramente, de um ponto de vista técnico, tudo está muito mais refinado em Red Dead Redemption. Os modelos dos personagens, as atuações, movimentação, atirar etc, tudo isso aparece de maneira muito mais fluida e melhor do que nos contos que se passam em Liberty City. Nesse aspecto, o único ponto que apresenta problemas é o sistema de cobertura. John nem sempre se esconde atrás de um objeto quando o mandamos, muitas vezes ficando parado recebendo tiros, o que pode causar algumas mortes frustrantes.
Em segundo, o foco de RDR não está em seus personagens mas sim em seu ambiente e no que aquilo representa. Algumas das pessoas encontradas durante a jornada de John são interessantes, mas elas são todas tipos. O dono do rancho que lutou contra nativos americanos, o xerife que não consegue lidar com novas tecnologias, o picareta que engana menos pessoas a cada dia que passa, o antigo pistoleiro que era uma lenda mas foi esquecido por todos etc. Nenhum deles aparece na trama por muito tempo nem têm nenhum tipo de relacionamento forte com John. Individualmente é difícil que você se sinta apegado a qualquer um deles, pois é no conjunto que seu significado aparece.
Essas figuras quando juntas mostram o verdadeiro mote de Red Dead Redemption, que fala sobre o fim de uma era. Um tempo em que as coisas estavam mudando, no qual as maneiras antigas não têm mais lugar. Pouco a pouco esses personagens – e consequentemente os tipos que eles representam – mostram como não têm mais espaço nesse ambiente que estava, supostamente, sendo civilizado de maneira avassaladora.
A única exceção para tudo isso é o protagonista. É verdade que John Marston, em sua busca de vingança e salvação, não apresenta nenhum tipo de problemática ou empecilhos morais que o separem de seu objetivo. Enquanto seu protótipo parece estar no personagem de William Munny do filme Os Imperdoáveis, John não vê problemas em fazer o que deve ser feito para conseguir o que quer. Quando fala de seu passado, ele justifica suas atitudes, como assaltos e roubos, sem nenhum remorso, dizendo que “tirava apenas daqueles que tinham muito”.

Yanyys

Review GTA IV





Será que esse jogo é tão incrível quanto se esperava? 

Você prefere ler toda a análise ou quer logo uma resposta curta e grossa para a pergunta feita em nosso subtítulo? “Será que esse jogo é tão incrível quanto se esperava?”, bem sendo em curto e grosso para quem está se perguntando isso enquanto lê o que estou escrevendo: SIM! O JOGO É REALMENTE INCRÍVEL!

Tendo dito isso, vamos falar de GTA IV. De antemão, saiba que é muito complicado analisar um jogo como esses, pelo simples fato do mesmo conter uma absurda quantidade de coisas para ver e fazer! Sem deixar de mencionar os gráficos, as novidades, o multiplayer e o realismo que esse jogo trás. Sim, está certo que diversos outros games têm lá suas pitadas de realismo para impressionar os jogadores, mas com toda a certeza,NADA até hoje chegou aos pés do que o novo game da série GTA IV tem para mostrar!(Sim um jogo chegou aos seus pes , e o nome dele é Red Dead Redemption).

O jogo mantém seu foco bem mais na jogabilidade do que em qualquer outro aspecto, como armas ou veículos. Dependendo de quão fã da série você seja, talvez seja uma surpresa saber que GTA IV tem bem menos veículos e armas que GTA: San Andreas tinha. Outro fator que você deve se acostumar antes de jogar é que se você não encontraria certo item na cidade de Nova Iorque, com certeza você também não encontrará em Liberty City, o que já corta os caças, hovercrafts, karts e jetpacks vistos em outras versões do jogo. Assim, também não vá esperando encontrar lança-chamas ou chainsaws na loja de armas da esquina!

Daí você deve estar se perguntando se o que foi mencionado acima é suficiente para tornar esse o melhor game da série GTA. É SIM! Tudo está simplesmente realístico, o jogo realmente parece ser um mundo com vida própria, praticamente tudo é acreditável e possível de acontecer no mundo real. A atmosfera envolvente desse jogo e os infinitos detalhes são dignos de grandes games e tamanha quantidade de detalhes está presente em praticamente cada canto de Liberty City. Detalhes estão presentes até mesmo no roteiro do jogo. Você jogará com um imigrante russo chamado Niko, que é recebido por seu primo Romam, onde você buscará nada menos que o velho sonho americano. Niko não chega a ser muito diferente dos demais protagonistas que a série já teve, ou seja, ele é mais um desses psicopatas com um coração de ouro (tudo dependendo de como você vai agir com ele). O bacana é que personagens como ele ou o hilariante Bruce fazem com que GTA IV tenha ainda mais vida, fazendo com que você seja esteja envolvido com o roteiro, sem perder o que o jogo tem de mais interessante, a jogabilidade open-world (algo como mundo aberto, onde você pode ir e vir para qualquer canto do jogo, sem problemas).
E quando você não estiver dirigindo ou correndo da polícia, provavelmente você estará atirando. E o sistema de tiro do jogo não fica para trás, lembrando jogos como Gears of War e Uncharted, onde você poderá usar cobertura para evitar disparos inimigos ou para dar tiros às cegas. Entretanto, diferentes de outros games shooters mais convencionais, GTA IV permite que você mire em partes do corpo do seu alvo, depois que você trava a mira nele. Acertando uma perna ou braço de uma pessoa, você verá  pular em um pé só ou cair por causa do pé atingido, reagindo de forma semelhante se ela tiver o braço atingindo.

Quer um desafio? Jogue GTA IV seriamente, sem sair destruindo a cidade, simulando a vida de uma pessoa de verdade e surpreenda-se com a experiência perfeita que você terá com esse game! Vai demorar muito para outro game chegar a ser tão bom quanto esse.


Yanyys

Review Super Street Fighter


                                          Round 2… FIGHT!                             

  Ninguém pode negar, Street Fighter IV é um sucesso total! O jogo conseguiu reviver os tempos áureos do clássico Street Fighter II, com uma aproximação renovadora e simplesmente viciante! Fãs do mundo inteiro adoraram o jogo e estão envolvidos em partidas on-line ou off-line com amigos até hoje. Agora, com as compras de final de ano se aproximando, a Capcom traz seu mais novo projeto da franquia Street Fighter, assim como aconteceu com todos os jogos da franquia principal, Super Street Fighter IV, com mais personagens, modos e muito mais.

Quando o nome Super Street Fighter saiu na mídia, a primeira coisa que esperamos são os novos personagens. Porém o jogo trará muito mais do que isso, como o estágio bônus onde você tem que destruir o carro, uma novidade simples, mas que com certeza animará qualquer fã do game clássico. Street Fighter IV foi um jogo familiar para qualquer pessoa que já tinha jogado a série, entretanto seus novos e turbinados elementos, como os ataques em Foco (Focus Attacks) mantiveram as coisas novas e empolgantes. Além de movimentos especiais tradicionais, Street Fighter IV também trouxe os super Combos e Ultra Combos, ataques extremamente poderosos que são alimentados por duas barras de especiais distintas. Esses Combos permitiram que uma boa quantidade de estratégia fosse adicionada a um sistema que já era bem técnico, fazendo com que até mesmo os jogadores mais experientes da franquia Street Fighter tivessem o que aprender.


Yanyys

Jesus e seus combos.




Veio la do SeuHipocrata

Melhor do ano

Hi

Bem, Olá! Meu nome é Yanyys e estou aqui para postar reviews e previews de games , todos analizados (Nao vou postar porcarias nesse site ¬¬ ), Vou tornar o ComboGamer um lugar com mais de Oito Mil views =3

   Yanyys

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Olá pessoas, podem me chamar de Guedesy.Sou nerd, otaku e gamer, eu quero ter um bigode ><. eu,o Garland e o Yanyys(até agora), vamos fazer resenhas de jogos, cheats(raramente,muito raramente e.e), e outras coisas, espero que gostem. Adeuses o/
Hi, gamers. Eu sou um gamer, como voces podem perceber. Este blog foi criado para voce, que esta aí precisando de ajuda em jógos, seja de consoles ou para PC mesmo. Eu e meu amigo Guedesy vamos responder suas dúvidas. Isso é só uma pequena introduçao, depois eu melhoro ela. bye, folks. Divirtao-se.